Yanca Costa vence etapa do Brasileiro de Surf Feminino

Yanca Costa. Foto: Daniel Smorigo.

Yanca Costa fatura a abertura do Circuito Brasileiro de Surf Feminino, em Ubatuba

Cearense que vive no Rio foi a campeã da categoria Pro- Adulto
Representante da nova geração, a cearense radicada no Rio de Janeiro, Yanca Costa foi a grande vencedora na etapa de abertura do Circuito Brasileiro de Surf Feminino, encerrada domingo (19), na Praia de Itamambuca, em Ubatuba. O campeonato, em seu quinto ano, é uma iniciativa do surfista Wiggolly Dantas, o Guigui, e reuniu mais de 150 meninas, de oito estados e até do Peru, estabelecendo um novo recorde para a categoria, desde as profissionais até as atletas de base do sub10, numa grande celebração em prol da modalidade.

Yanca foi a melhor da categoria pro-adulto e saiu na frente no ranking da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), que oficializa o evento, faturando R$ 4 mil de um total de R$ 15 mil de premiação. Na pro-júnior, outra disputa valendo título nacional, a carioca radicada em São Paulo, Júlia Duarte, foi a primeira colocada, melhorando sua performance em relação a 2018, quando ficou em segundo.
O evento teve três dias, com ondas desafiadoras e pesadas de 1,5 metro, e também contou com disputas na longboard (pranchões), com a carioca Ayllar Cinti sendo a melhor; e as categorias de base, tendo como grande destaque Sophia Gonçalves, que é de São Sebastião, e faturou a sub14 e a sub16. Luana Reis, mais um talento da cidade do litoral norte paulista, foi a melhor na sub12, enquanto que na sub10, uma vitória internacional, com a peruana Catalina Zarquiey, que está no Brasil para surfar ondas diferentes de seu país.
“Foi tudo perfeito no final. Foi uma grande dificuldade realizar essa etapa, mas quisemos fortalecer as meninas e tivemos mais de 150 competidoras, show de surf, muita alegria”, vibrou Wiggolly Dantas, agradecendo os patrocinadores, que acreditaram e viabilizaram o encontro em Ubatuba.

Foto: Daniel Smorigo.
Foto: Daniel Smorigo.

Nas ondas, a primeira final no mar foi a sub16, e apesar de ter só 13 anos, Sophia Gonçalves, fez bonito, com a melhor onda da bateria, 5.30, superando as também paulistas Kemily Sampaio, Nairê Marquez e Kamile Soares (estas duas últimas locais). Ela permaneceu no mar junto com Nairê para outra final seguida, da sub14, para mais um primeiro lugar, desta vez com uma vantagem ainda maior, somando um 6,5 e um 6, à frente da baiana Sol Carrion, da catarinense Pamella Mel e Nairê Marquez.
“Estou bem cansada, mas muito feliz. Só tenho de agradecer a Deus porque foi Ele que me levantou. Foi a minha primeira vitória e foram logo duas de uma vez. O campeonato é muito legal, uma vibe boa e sempre um grande aprendizado”, vibrou Sophia.

Sophia Gonçalves. Foto: Daniel Smorigo.
Sophia Gonçalves. Foto: Daniel Smorigo.

Na sub10, a peruana Catalina mostrou ter mais experiência, sobretudo em sua última onda, uma nota sete, para ratificar sua vitória. A caçula do evento, com apenas sete anos, Carol Bastides, também mostrou futuro certo, terminando em segundo lugar, à frente da catarinense Luiza Teixeira e da revelação local, Maeva Guastalla. “Vim para competir no Brasil e surfar ondas diferentes do Peru. Foi muito divertido”, vibrou a surfista. “É a primeira vez no Brasil e queremos estar aqui em agosto para a outra etapa”, acrescentou o pai, Júlio.
Na sub12, Luana Reis, acostumada a surfar ondas mais fortes em Maresias, não se intimidou com o mar grande e garantiu as duas melhores notas. A catarinense Alexia Monteiro foi a segundo, com a paranaense Gabriely Vasque em terceiro e a baiana Catarina Lorenzo, em quarto. “Estou muito feliz, sempre vim lutando e nunca consegui uma final e agora consegui vencer. Quero parabenizar o Wiggolly, ele está de parabéns por valorizar o surf feminino”, disse.

Luana Reis. Foto: Daniel Smorigo.
Luana Reis. Foto: Daniel Smorigo.

Depois, foi a vez dos pranchões no mar, com as atletas enfrentando as ondas grandes. Ayllar Cinti abriu com um 5,25, onda que fez a diferença no placar e garantiu a sua vitória, evitando o tricampeonato da paranaense Thiara Mandelli, que tentou até o final reverter o resultado e acabou com o vice dessa vez. A paulista Monique Pontes terminou em terceiro com Mainá Thompson, também do Rio de Janeiro, em quarto.
“Estou super feliz porque foi uma final com mulheres sinistras no longboard, muito experientes, e é muito importante estar aqui e dar meu melhor e se conectando com esse marzão”, destacou Ayllar. “Queria agradecer a família Dantas que está fortalecendo essa corrente do surf feminino, agradecer meus patrocinadores e minha mãe. Com certeza vou voltar na próxima etapa”, reforçou a surfista.

Ayllar Cinti. Foto: Daniel Smorigo.
Ayllar Cinti. Foto: Daniel Smorigo

Pro-Júnior
Na pro-júnior, Júlia Duarte surfou à vontade nas ondas grandes. Vice-campeã brasileira da categoria, ela assumiu a ponta na segunda e terceira ondas, com 4,25 e depois 6,80, superando a paulista Rafaella Teixeira que vinha liderando com um 3,25 e um 6,5. “Não venho de bons resultados e essa vitória me deixa muito contente. Para mim, o mar estava bom, porque prefiro assim, gosto de ondas pesadas, não tenho medo”, falou.
“Esse campeonato é muito importante porque é só feminino, focado nas meninas, e assim vai evoluindo a categoria. Quero sempre estar presente e espero ganhar de novo. Vou treinar muito para isso”, complementou Júlia Duarte, que deixou Rafaella em segundo, com a também paulista Yasmin Neves em terceiro e outra carioca, Mariana Areno, em quarto.

Júlia Duarte. Foto: Daniel Smorigo.
Júlia Duarte. Foto: Daniel Smorigo

Na última e mais importante final do dia, a pro-adulto, Yanca Costa garantiu em sua primeira onda um 4,5, mas Tais Almeida, com duas ondas 3 e 3,9 assumiu a ponta. No último minuto, a cearense arrancou um 6,5 e só soube da virada quando já estava na areia. A atual campeã brasileira e em sua terceira final seguida em Ubatuba, Camila Cássia, foi a terceira, enquanto que a cearense Larissa dos Santos ficou em quarto.
“Eu pensei que seria o dia mais tranquilo, mas foi o pior dia. A correnteza estava superforte, eu não parei de remar um minuto, mas eu tinha uma estratégia e sabia que a onda viria para mim. Estava muito confiante. Treinei muito e quero agradecer o Leandrinho, a Priscila e o Gabriel, que me treinam. Se não fosse por eles não teria conseguido”, comemorou, falando da liderança do Brasileiro. “Esse título é algo que quero muito, estou batalhando há três anos e começar com o pé direito é muito bom”, revelou.

Yanca Costa. Foto: Daniel Smorigo.
Yanca Costa. Foto: Daniel Smorigo.

A atleta de 19 anos, que se mudou de Fortaleza para o Rio de Janeiro em 2016, com a família, para investir no surf, busca agora um apoio para seguir firme nos campeonatos. A situação é tão difícil, que ela iniciou uma vaquinha virtual para arrecadar dinheiro para poder viajar. “Eu tenho muitos planos, mas não tenho patrocínio e, às vezes, não dá para executar. Estou com vaquinha para competir, o link está no meu instagram, o @yancacosta_ e vou ficar grata”, completou.
Vale lembrar que as atletas contaram com um bom esquema de segurança, com uso de jet ski para resgastes, sobretudo para as atletas mais novas da sub10 e sub12.  Além do show de surf das meninas, o evento Circuito Brasileiro de Surf Feminino apresentou várias atrações para as atletas, como massoterapia; avaliação física, reabilitação e aquecimento antes das baterias; osteopatia, kinesiologia e psicologia desportiva; yoga; e mesa de frutas
Também sofás infláveis; atividades para crianças como pinturas e ações da Wizard, como caça ao tesouro e quiz, valendo brindes. Outro destaque foi a roda de conversa sobre saúde da mulher. Na questão de sustentabilidade, houve a coleta seletiva de resíduos e a geração de energia para toda a estrutura, através da captação pelas placas instaladas na praia pela Nyfan Energy, tornando o evento autossustentável.
Próximas
O evento Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba terá mais duas etapas este ano, novamente na Praia de Itamambuca. Estão programadas para os dias 9 a 11 de agosto e 18 a 20 de outubro, sendo essas duas realizadas através do convênio firmado entre a União através da Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, e a Prefeitura de Ubatuba.
Em seu quinto ano seguido, o evento foi idealizado pelo surfista Wiggolly Dantas e essa etapa do Circuito Brasileiro de Surf Feminino em Ubatuba foi uma realização da Prefeitura Municipal de Ubatuba.
Patrocínios da Wizard by Pearson, Dantas, Sicredi, Nyfan Energy e Ubasurf Motors, com apoios da Mormaii, Padaria Itamambuca, Quiosque Tia Albertina, Tape Brasil, Gigi Watery, Menina do Mar, Gangster e Pono Beachwear.
Colaboração: Pousada Canto do Dado, Digital Brasil, Special Board, Silva Indaiá Supermercado, EaD Unitau, ONG Esmeralda, Fisioterapia Sérgio Neri, Gaijin Massoterapeuta, Firma, Sportomics e Lazybbag.
Supervisão técnica da Associação Brasileira de Surf Profissional (Abrasp), Federação Paulista de Surf e Associação Ubatuba de Surf (AUS).
RESULTADOS
Pro-Adulto
1 Yanca Costa – CE (RJ)
2 Tais Almeida – RJ
3 Camila Cássia – SP
4 Larissa dos Santos – CE
5 Juliana Meneguel – SP
5 Kiany Cristina – SP
7 Kayane Reis – RJ
7 Luana Coutinho – SP
9 Suelen Naraisa – SP
9 Karol Ribeiro – RJ
9 Natalie Plachi – SC
9 Monik Santos – PE
13 Louisie Frumento – SP
13 Julia Duarte – RJ
13 Maju Freitas – RJ
13 Potyra Schaffer – SP
Pro-Júnior
1 Júlia Duarte – RJ (SP)
2 Rafaela Teixeira – SP
3 Yasmin Neves – SP
4 Mariana Areno – RJ
5 Tainara Vieira – RJ
5 Kiany Hyakutake – SC
7 Laura Agnes – SP
7 Brhuna Neves – RJ
Sub16
1 Sophia Gonçalves – SP
2 Kemily Sampaio – SP
3 Nairê Marquez – SP
4 Kamila Soares – SP
Sub14
1 Sophia Gonçalves – SP
2 Sol Carrion – BA
3 Pamella Mel – SC
4 Nairê Marquez – SP
Sub12
1 Luana Reis – SP
2 Alexia Monteiro – SC
3 Gabriely Vasque – PR
4 Catarina Lorenzo – BA
Sub10
1 Catalina Zarquiey – Peru
2 Carol Bastides – SP
3 Luiza Teixeira – SC
4 Maeva Guastalla – SP
Longboard
1 Ayllar Cinti – RJ
2 Thiara Mandelli – PR
3 Monique Pontes – SP
4 Mainá Thompson – RJ

Fonte: craud.net
Maui and Sons Arica Pro Tour realiza triagem com surfistas locais em El Gringo.
Maui and Sons Arica Pro Tour realiza triagem com surfistas locais em El Gringo.

Maui and Sons Arica Pro Tour realiza triagem com surfistas locais em El Gringo.

Cartaz da etapa.
logo-wsl-new

Uma das ondas mais perigosas e temidas do mundo, mostrou toda a sua força na triagem com surfistas locais do Chile, que definiu as duas últimas vagas para o evento principal do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep. Em tubos profundos passando dos incríveis 3 metros de altura, formando bem próximos da bancada de rochas de El Gringo, Danilo Cerda surfou um tão perfeito que arrancou nota 10 dos juízes. O outro classificado foi Gustavo Dvorquez, que também pegou belos tubos nas esquerdas de El Gringo e o melhor entrou na casa dos 9 pontos. A etapa do QS 3000 do campeonato de surfe mais antigo da América do Sul fora do Brasil, será disputada na última semana deste mês, de 28 de maio a 2 de junho na Ex Isla Alacrán, em Arica, no Chile.
Danilo Cerda em 2018 (Foto: Nicolás Diaz)














“As baterias eram de uma hora de duração, então tinha muito tempo para escolher uma boa onda e foi o que eu fiz”, contou Danilo Cerda, que foi o chileno mais bem colocado no Maui and Sons Arica Pro Tour do ano passado. “Eu consegui pegar um tubaço muito grande e perfeito, que me garantiu o primeiro lugar. Estou feliz pela vitória e sigo treinando bastante para o evento. Eu quero tentar superar a minha quinta colocação do ano passado e não vejo a hora do campeonato começar”.
O outro classificado para o evento principal do campeonato que completa 10 anos de história nos tubos desafiadores de El Gringo, também é local de Arica. Gustavo Dvorquez é mais um jovem talento do surfe chileno que conhece muito bem os melhores caminhos para ter sucesso na onda que é até chamada de Pipeline Latino, pela força e perfeição dos tubos, comparando com os da famosa praia do Havaí.
Gustavo Dvorquez en 2018 (Foto: Nicolás Diaz)














“Nós chegamos cedo aqui, a maré estava alta, então tivemos que esperar baixar um pouco para os tubos ficarem mais perfeitos”, disse Gustavo Dvorquez. “Felizmente, o mar ficou épico, com séries enormes e todos os chilenos que competiram, mostraram um bom nível para vencer. Eu consegui entrar direto no evento principal e não quero apenas focar em competir e passar baterias, mas me dedicar para melhorar cada vez mais o meu surfe em El Gringo. É uma onda que eu conheço bem, então quero aproveitar isso para buscar um bom resultado, mas a vontade é sempre de vencer em casa”.
19 PAÍSES – Agora, o limite de 112 participantes do Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 by Jeep está completo, com surfistas de dezenove países disputando o título na edição histórica de 10 anos da etapa do WSL Qualifying Series que estreou em 2009 com vitória de Gabriel Villaran na final peruana com Alvaro Malpartida. A maioria dos inscritos para desafiar os tubos de El Gringo esse ano é do Brasil com 33 surfistas, contra doze do Chile, mesmo número de concorrentes do Peru e da Austrália.
CAMPEÕES EM ARICA – Entre os inscritos, estão seis dos oito surfistas que já venceram o Maui and Sons Arica Pro Tour, desde o primeiro conquistado pelo peruano Gabriel Villaran em 2009, até o último, com o brasileiro Jeronimo Vargas defendendo o título esse ano. Além deles, também vão tentar um inédito bicampeonato nos tubos gelados de El Gringo mais dois peruanos, Tomas Tudela (campeão em 2017) e Alvaro Malpartida (2013), o francês William Aliotti (2016) e o chileno Guillermo Satt (2011) que compete em casa. O próximo campeão do Desafio de Arica na Ex Isla El Alacrán, será conhecido até o dia 2 de junho no Chile.
A relação dos países que estarão representados na etapa mais importante da América do Sul, fora do Sul, prossegue com os Estados Unidos com dez surfistas, Havaí com oito, Argentina com cinco, França e Japão com quatro cada, Costa Rica com três, Taiti com dois e mais oito países terão um competidor no Maui and Sons Arica Pro Tour by Jeep 2019, África do Sul, Espanha, Portugal, Irlanda, Nova Zelândia, Porto Rico, Barbados e El Salvador.
“Mais uma vez teremos surfistas de alto nível e isso mostra que nestes dez anos o campeonato é considerado como um dos mais importantes do continente e o mais perigoso do circuito, devido à potência da onda, que pode chegar a 4 metros”, destacou o diretor do evento, Francisco Gana. “Vamos trabalhar muito também a parte ecológica do evento, com muito cuidado na preservação do meio-ambiente. Para isso, as pessoas que virem ao campeonato, serão alertadas para evitar o uso de plástico e para utilizar nossos locais de reciclagem no evento para descartar todo o lixo”.
O Maui and Sons Arica Pro Tour QS 3000 começa no dia 28 de maio e vai até 2 de junho com transmissão ao vivo dos tubos de El Gringo no Chile pelo www.worldsurfleague.com
CAMPEÕES DAS ETAPAS DO WSL QUALIFYING SERIES EM ARICA NO CHILE:
2018: Jeronimo Vargas (BRA) no QS 3000 Maui and Sons Arica Pro – 2.o-Jacob Willcox (AUS)
2017: Tomas Tudela (PER) no QS 3000 Maui and Sons Arica Pro – 2.o-Alvaro Malpartida (PER)
2016: William Aliotti (FRA) no QS 1500 Maui and Sons Arica Pro Tour – 2.o-Dean Bowen (AUS)
2015: finais do QS 1500 Maui and Sons Arica World Star canceladas pelo mar “stormy”
2014: Jessé Mendes (BRA) no 3-Star Maui and Sons Arica World Star – 2.o-Marco Giorgi (URU)
2013: Alvaro Malpartida (PER) no 3-Star Maui and Sons World Star – 2.o-Anthony Walsh (AUS)
2012: Anthony Walsh (AUS) no 3-Star Maui and Sons Arica World Star – 2.o-Eala Stewart (HAV)
2011: Guillermo Satt (CHL) no 3-Star Arica World Star Tour – 2.o-Camilo Hernandez (CHL)
2009: Gabriel Villarán (PER) no 3-Star Rusty Arica Pro Challenge – 2.o-Alvaro Malpartida (PER)
———————————————————–
———————————————————–
El Gringo (Foto: Rodrigo Zabala)














SOBRE A WORLD SURF LEAGUE– A World Surf League (WSL) tem como objetivo celebrar o melhor surfe do mundo nas melhores ondas do mundo, através das melhores plataformas de audiência. A Liga Mundial de Surf, com sede em Santa Mônica, na Califórnia, atua em todo o globo terrestre, com escritórios regionais na Austrália, África, América do Norte, América do Sul, Havaí, Europa e Japão.
A WSL vem realizando os melhores campeonatos do mundo desde 1976, realizando mais de 180 eventos globais que definem os campeões mundiais masculino e feminino no Championship Tour, além do Big Wave Tour, Qualifying Series e das categorias Junior e Longboard, bem como o WSL Big Wave Awards. A Liga tem especial atenção para a rica herança do esporte, promovendo a progressão, inovação e desempenho nos mais altos níveis, para coroar os campeões de todas as divisões do Circuito Mundial.
Os principais campeonatos de surf do mundo são transmitidos ao vivo pelo www.worldsurfleague.com e pelo aplicativo grátis WSL app. A WSL tem uma enorme legião de fãs apaixonados pelo surf em todo o mundo, que acompanham ao vivo as apresentações de grandes estrelas, como Tyler Wright, John John Florence, Paige Alms, Kai Lenny, Taylor Jensesn, Honolua Blomfield, Mick Fanning, Stephanie Gilmore, Kelly Slater, Carissa Moore, Gabriel Medina, Courtney Conlogue, entre outros, competindo no campo de jogo mais imprevisível e dinâmico entre todos os esportes no mundo.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

Por: Surf Today / fonte:
João Carvalho – WSL South America Media Manager – jcarvalho@worldsurfleague.com





Bom dia!
Segunda de vento parado e mar se mantendo bem fraco nesse horário, na entrada do vento temos uma leve melhora, mas nada de especial! - 
MACACO/PB - 20/05/19 - FONTE: ONDASPB










CIRCUITO PARAIBANO DE SURF 2019
Confirmado para os dias 18 e 19 de Maio no Mar do Macaco, a primeira etapa do Circuito Paraibano de Surf 2019. Com patrocínio da Hang Loose, Claro, Prefeitura de Cabedelo, Isis, Novo Rumo Honda, Lojas Extremo e apoio de blocos Teccel, Sargaço Surfboards, Novo Mundo Comunicação Visual, Banana Wax Acessórios, Açaí Araxá, Iate Club da Paraíba, Valdir tartaruga e Governo do Estado da Paraíba. O campeonato tem a homologação da Federação Paraibana de Surf, as inscrições podem ser feitas nas Lojas Extremo, Açai Araxá, Sargaço Surfboards e pelo fone 83-98740-7911 ( Carlos ).


Fonte: Fpbs/instagram - Joelio Gomes/paraibasurf